Os motoboys precisam regularizar sua situação, a categoria de motofretistas terá que participar do curso de capacitação, segundo a nova resolução que regulamenta o serviço da classe, que conta com cerca de 200 mil trabalhadores na capital. Além disso, obrigatoriamente será necessária a emissão de segunda via da CNH e o Condimoto, que seria quase como uma carteira profissional especifica para qualificar trabalhadores da área. Também a mudança para placas vermelhas, indicando que o veículo é de aluguel, e alguns utensílios de segurança, explicados no curso, serão regras, tais como faixas luminosas de segurança coladas ao baú e protetores de perna.
A estimativa é de que uma pequena porcentagem dos profissionais já tenha participado do curso, imaginando que a lei não fosse realmente ser implantada, e como de costume deixaram para a última hora, o que gera uma situação crítica. Por isso foi prorrogado o prazo até fevereiro de 2013.
Importantes medidas estão sendo tomadas para a segurança da categoria, porém há de se lembrar que o bom senso, tanto por parte dos empregadores quanto pelos motoboys, continua sendo importante. A profissão é de risco, imaginando que em São Paulo o ritmo é frenético, assim como o trânsito e o dia-a-dia do trabalhador. Prudência e direção defensiva não fazem mal á ninguém. O importante é que está havendo um trabalho de conscientização e que os empregadores reflitam e respeitem os limites dos profissionais que atuam como motofretistas.

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